Hoje cedo, ouvindo o noticiário, na rádio, fiquei impressionada com comentários de mães. E a análise de terapeutas. Quando é que pais e mães vão acordar pra realidade de que o título diz mais respeito à criação de filhos do que apenas à gestação. Ou seja, ser pai ou mãe não se limita a fazer o espermatozoide penetrar o óvulo. Diz respeito ao que vem 9 meses depois disso. E depois dos 9 meses de espera, convencional, sobram de 4 a 6 meses para curtir o rebento. O bebê. A criança. O filho. O nenê. Aí, com a necessidade de retornar ao trabalho, retomar a vida, tocar em frente os projetos, planos. Aí começa a facilidade para pais e mães. Que matriculam seus filhos em berçários, creches, babás a distância, escolinhas. E pensam que é responsabilidade destes, pagos, educar. Não, não é. E o aumento cada vez mais crescente de bullying, independentemente de idade, é responsabilidade da ausência de observação, carinho, participação de pais e mães, que ficam cada vez menos tempo com seus filhos. E nem percebem, não notam os danos psicológicos e emocionais que amigos mal intencionados causam aos seus pequenos.
Aos leitores que aguardavam texto sobre revisão, peço que entrem em contato por email, porque nossos projetos e trabalhos têm aumentado dia a dia. Mas isso não tem permitido que eu me afaste de casa.
Até breve.
Tags: abandono, ausência, bullying, filhos, maternidade, observação, perseguição
janeiro 31, 2011 às 1:15 pm |
Ana, parabens pelo texto. Hoje o mundo caminha a passos largos para a falta de compromisso ou comprometimento. O texto diz tudo.
janeiro 31, 2011 às 4:36 pm |
Srta Ana Lucia
Parabéns pela crônica.
Realmente, a vida moderna está distânciando cada vez mais os pais dos filhos e vice-versa. Isso é mau, principalmente porque a família unida e a atenção mutua de seus integrantes sempre foi a base onde se apoia os pilares da construção da personalidade dos individuos, de seu senso de responsabilidade e de bom comportamento diante do mundo à nossa volta.
fevereiro 1, 2011 às 4:28 pm |
Boa Tarde, D. Ana Lúcia !
Parabéns pelo texto !
Nos dias atuais, há quem diga que os filhos de “hoje” não como os filhos de antigamente, mas o problema não é esse, e sim os pais de hoje !
No passado, a presença da mãe principalmente na educação dos filhos era fundamental ! Até a educação alimentar era diferente, tudo feito na hora, fresquinho…Não existia a geração “Fast- food”.
A mulher da era moderna trabalha, às vezes estuda, chega em casa cansada ( isso não justifica), e por conta disso acaba sempre optando pelo mais prático. Se o filho chora, o consolo é internet ou video-game. Se está com fome ou é pizza ou Mc Donald’s (é mais prático né….). Isso tem tornado nossas crianças obesas no corpo e desnutridas na alma, sem carinho, sem afeto, crescendo sem princípios de família.
A pergunta é: Como tudo isso irá acabar ? O mais triste é saber que aí está o futuro na nação!
Que Deus abençoe as Famílias!
Forte Abraço!